Escrevo algo quando estou feliz.
É poesia, o mundo diz.
Escrevo então poemas.
Gosto de mergulhar em seus temas.
Porque na verdade escrevo o que o coração fala.
E ao escrever, venço a mente, que se cala.
Este mergulho é para dentro de mim.
Isso não é tão fácil assim.
Não é tão simples quanto parece.
Deixar que o coração se expresse.
Que ele se atropele e mostre à mente o lugar dela.
Que não permitiria toda esta balela.
Porque julga, organiza, e calcula.
E com isso, qualquer sentimento anula.
O mergulho para dentro tem que ser sem colete nem boia.
O coração é que apoia.
Deixar sair o que vier.
Expressar do jeito que quiser.
E a mente, quando volta e lê, acha ruim e por medo não quer se expor.
Mas, a verdade, é que em toda essa história, a mente com seus medos que é o impostor.
Mas, a verdade, é que em toda essa história, a mente com seus medos que é o impostor.
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