domingo, 27 de agosto de 2017

Atendimento humanizado

Hoje em dia está rolando uma conversa no mundo das vendas e atendimentos ao cliente que diz que o cliente atual quer humanos. Não quer robôs.

Quem é adepto deste pensamento apoia um conceito de atendimento no qual as pessoas fogem um pouco das formalidades dos textos bonitos e decorados, para se soltarem e serem um pouco mais humanas. Tem também uma ideia de o atendente ou vendedor de fato ver o cliente, ouvir o cliente, acolher o cliente. Tudo de forma mais suave e mais pessoal.

Só que...

Um furo que parece que ainda existe aí e na hora do problema.

O cliente quer ser tratado como humano. Ok. O cliente também quer sempre ter razão. Como assim?

Humanos não tem sempre razão. Humanos erram. Humanos lêem coisas de forma errada. Humanos esquecem detalhes. Humanos perdem a paciência. Humanos uma série de coisas que pode levá-los às situações onde eles não tem razão. Onde eles estão errados, equivocados, mal informados, mal resolvidos ou simplesmente no limite e perdem a razão!

É humano perder a razão! Então, nesta onde de atendimentos humanizados, o cliente não mais sempre tem razão.

Talvez para este processo dar certo, a gente precise entrar também numa onda de lembrar que todos somos responsáveis pelas circunstâncias em que nos encontramos. Inclusive os clientes.

Nenhum comentário:

Postar um comentário