quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Blogar, bloguei.

Blogar, bloguei.
Criar, criei.
Postar, postei.
Gostar, gostei.

Porque agora sei
Há valor no que tentei

Amigos e parentes lêem o que publiquei
Alguns compartilham os sentimentos que coloquei

Para mim, simplesmente me expressei
Finalmente me apresentei

Mas as palavras foram na verdade uma abertura
Que mostrou um pouco do que há por trás da armadura

No fundo, no íntimo, a voz de todos nós tem ternura
E eu só fui descobrir isso depois de madura

O quão único, o quão nossa, é nossa história, nossa vivência
E ao mesmo tempo tão semelhante à outra experiência

Expresso o que sinto, o que vejo, o que penso
Coloco em palavras o que me diz meu bom senso

E ao jogar isso na net, expôr para o mundo
Descubro que ecoa com outros, lá no fundo

Aprendo que desavenças realmente são banais
Lá no fundo, somos de fato todos iguais

Com sentimentos, pensamentos, e aborrecimentos
Machucados por desentendimentos e julgamentos

Buscando amor, carinho, conectividade, e paz
Querendo simplesmente amar e ser amado cada vez mais

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